O vice-prefeito e
pré-candidato a prefeito de Patos Lenildo Morais (PT), usou sua página na rede
social Facebook para denunciar o descaso que vem acontecendo com a saúde
pública em Patos. De acordo com Lenildo, a falta de diálogo com os servidores
públicos que permanecem em greve, a falta de estruturação nas Unidades Básicas
de Saúde (UBSs) a o fato da administração da prefeita Francisca Motta não ter
concluído as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), deixaram a saúde de Patos “agonizando”.
Confira a postagem:
Má
gestão e falta de diálogo com servidores faz saúde de Patos agonizar
Em uma das mais problemáticas gestões administrativas da
história de Patos, a população está cada vez mais desassistida, abandonada e
apreensiva em meio a tantas doenças que assolam os patoenses. Para aumentar o
temor popular, a falta de diálogo por parte da prefeita Francisca Motta com os
servidores municipais que há quase uma semana deflagraram um movimento grevista
e paralisaram a maioria dos serviços públicos na cidade. O setor de saúde que
nunca foi tido como prioridade nessa administração, anda com o quadro
agravante.
Não bastasse a falta de alguns medicamentos, equipamentos e ou
instrumentos básicos para atender a população como, blocos receituários,
anestesias para realização de trabalhos odontológicos e até luvas para os
profissionais que atuam nas UBS, a greve dos servidores municipais, em meio a
um surto de casos de Dengue, Zica e chikungunya, atormenta, aumenta os perigos
e a sensação de desamparo dos moradores da cidade. Para quem procura as Unidades Básicas de Saúde (UBS) no município de Patos, encontra faixas informando que o movimento paredista continua. As pessoas que necessitam de atendimentos se dirigem ao Hospital Regional de Patos.
Há dois dias atrás, um popular procurou a rádio Espinharas de
Patos e denunciou que na UBS do distrito de Santa Gertrudes para denunciar que
no local, há focos do mosquito aedes aegypti e que os moradores do adorno estão
padecendo com as contaminações transmitidas por este vetor.
UPAs que não funcionam
As alternativas que poderiam ser utilizadas para desafogar os
atendimentos no Hospital Regional de Patos e ou as próprias unidades de saúde
seriam a entrega das duas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) que foram
iniciadas na gestão passada do então prefeito Nabor Wanderley e ainda estão em
fase de construção.
Na UPA do bairro do Jatobá, a instalação está fechada por uma
placa do governo federal na entrada e o terreno ao lado, que também pertence a
Unidade, apenas um animal pastando.
Uma moradora afirmou que por dentro a construção está muito danificada e que apenas as pias que foram instaladas ainda estão sem deterioração. Ela disse que não se tem informações quando a obra será entregue a população.
Uma moradora afirmou que por dentro a construção está muito danificada e que apenas as pias que foram instaladas ainda estão sem deterioração. Ela disse que não se tem informações quando a obra será entregue a população.
Já na UPA do bairro Bivar Olinto o mato toma de conta e envolve
a construção e assim como na UPA do bairro do Jatobá também não há informações
para inauguração da obra.
O detalhe é que desde 2014 constam informações no Cadastro
Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), que as UPAs estão em pleno
funcionamento, com funcionários da área de saúde trabalhando e os
estabelecimentos em pleno funcionamento. Porém não é o que se encontra nos
locais, ao invés das UPAs, encontram-se construções inacabadas pela gestão
municipal e sem placas com informações de valores recebidos, data de início e
prazo para entrega da obra.
Em contrapartida outras cidades inclusive
menores do que Patos, construíram suas Unidades de Pronto Atendimento, tal como
Princesa Isabel e Pombal, fica o grande questionamento, por que na cidade de
Patos, as UPAs se quer foram concluídas?
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