A cidade de Patos está perplexa com as notícias de que o prefeito interino, Lenildo Morais (PT), contratou o escritório de advocacia João Azevedo e Brasileiro Sociedade de Advogados por meio da inexigibilidade 006/2016. Acontece que o município de Patos no ano de 2008 contratou outro profissional de advocacia para ingressar com a ação judicial, que já tramitou e transitou em julgado. A sentença já foi executada, o precatório já foi inscrito e o Município receberá os recursos em 12 de dezembro de 2016.
Sendo assim,
o escritório João Azevedo e Brasileiro Sociedade de Advogados está sendo
contratado apenas para receber o valor dos honorários. Pelo contrato firmado
pelo prefeito petista, serão pagos R$ 2.603.527,89 (dois milhões seiscentos e
três mil quinhentos e vinte e sete reais e oitenta e nove centavos) ao
escritório, sendo que nenhum ato foi efetuado por seus advogados. Mais de dois
milhões e meio de reais pagos a um escritório de advocacia que não realizou nem
um trabalho.
O valor
total da ação é de R$ 13.017.639,49 (treze milhões dezessete mil seiscentos e
trinta e nove reais e quarenta e nove centavos), e os 20% dela serão repassados
aos advogados que não atuaram no caso. Não há entre a data da contratação
04/11/2016 e o efetivo pagamento um único ato advocatício a ser realizado que
justifique o pagamento de honorários de mais de dois milhões de reais aos
contratados pelo então prefeito em exercício, Lenildo Morais.
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