segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Audiência entre prefeito em exercício e prefeito eleito termina sem consenso, acordo após a audiência foi firmado




De nada serviu a audiência de conciliação para o recebimento dos valores da folha de pagamento dos funcionários da prefeitura de Patos entre o prefeito em exercício de Patos Lenildo Morais (PT) e o prefeito eleito Dinaldinho Wanderley (PSDB), na tarde desta segunda-feira (07), na 14ª vara federal de Patos. A audiência foi conduzida pelo Juiz Federal Cláudio Girão Barreto. O encontro foi acompanhado por representantes da Caixa Econômica Federal e Sindicato dos Funcionários Públicos – Sinfemp. 


O detalhe é que as partes não chegaram a um consenso perante o juiz. Porém após a audiência, os “prefeitos”, voltaram a conversar e finalmente chegaram a um acordo. Segundo informações repassadas ao blog Sertão Político, cada gestão ficará com um valor equivalente a um milhão e trezentos mil reais (R$1.300,000) de um total de R$3,5 mi.

Em participação ao vivo no programa Polêmca da Rádio Espinharas AM e FM, o prefeito em exercício Lenildo Morais explicou o fato ocorrido e o acordo entre as partes. 


“Eu liguei pra o prefeito eleito e disse que um acordo seria bom pra duas partes, pois apesar de lados diferentes nesse momento está em jogo o bem da nossa cidade. ele concordou com a nossa tese, disse que falaria com seu advogado Taciano Fontes, para marcar uma reunião amanhã com o procurador do município. Imediatamente falei com o procurador e ambos sentarão amanhã para fazer o que foi acordado entre a gente. Em seguida após assinado os termos do acordo, levaremos à justiça federal e daremos um fim nessa celeuma. O bom senso prevaleceu e isso foi importante para sair desse impasse e seguir com o nosso trabalho”, disse Lenildo.  

Já o prefeito eleito Dinaldinho, afirmou que o processo de transição poderia está mais adiantado. 
“A transição de governo poderia está mais adiantada, o prefeito em exercício Lenildo Morais, poderia ter entregue documentos com mais antecedência, ele tem o prazo até o fim do mês, para não incorrer na lei de responsabilidade fiscal. Até nossa audiência hoje à tarde poderia ter sido ajudada com essas informações. Sei que ele pegou uma gestão difícil, mas nós também não pegaremos uma coisa boa para administrar. Por isso o acordo foi de bom senso”, pontuou Dinaldinho.  


Fotos: Marcelo Negreiros

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