De nada serviu a audiência de
conciliação para o recebimento dos valores da folha de pagamento dos
funcionários da prefeitura de Patos entre o prefeito em exercício de Patos
Lenildo Morais (PT) e o prefeito eleito Dinaldinho Wanderley (PSDB), na tarde
desta segunda-feira (07), na 14ª vara federal de Patos. A audiência foi
conduzida pelo Juiz Federal Cláudio Girão Barreto. O encontro foi acompanhado por representantes
da Caixa Econômica Federal e Sindicato dos Funcionários Públicos – Sinfemp.
O detalhe é que as partes não
chegaram a um consenso perante o juiz. Porém após a audiência, os “prefeitos”,
voltaram a conversar e finalmente chegaram a um acordo. Segundo informações repassadas
ao blog Sertão Político, cada gestão ficará com um valor equivalente a um
milhão e trezentos mil reais (R$1.300,000) de um total de R$3,5 mi.
Em participação ao vivo no programa
Polêmca da Rádio Espinharas AM e FM, o prefeito em exercício Lenildo Morais
explicou o fato ocorrido e o acordo entre as partes.
“Eu liguei pra o prefeito eleito
e disse que um acordo seria bom pra duas partes, pois apesar de lados diferentes
nesse momento está em jogo o bem da nossa cidade. ele concordou com a nossa
tese, disse que falaria com seu advogado Taciano Fontes, para marcar uma
reunião amanhã com o procurador do município. Imediatamente falei com o
procurador e ambos sentarão amanhã para fazer o que foi acordado entre a gente.
Em seguida após assinado os termos do acordo, levaremos à justiça federal e
daremos um fim nessa celeuma. O bom senso prevaleceu e isso foi importante para
sair desse impasse e seguir com o nosso trabalho”, disse Lenildo.
Já o prefeito eleito
Dinaldinho, afirmou que o processo de transição poderia está mais adiantado.
“A transição de governo poderia
está mais adiantada, o prefeito em exercício Lenildo Morais, poderia ter
entregue documentos com mais antecedência, ele tem o prazo até o fim do mês,
para não incorrer na lei de responsabilidade fiscal. Até nossa audiência hoje à
tarde poderia ter sido ajudada com essas informações. Sei que ele pegou uma
gestão difícil, mas nós também não pegaremos uma coisa boa para administrar. Por
isso o acordo foi de bom senso”, pontuou Dinaldinho.
Fotos: Marcelo Negreiros
Fotos: Marcelo Negreiros
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