terça-feira, 29 de novembro de 2016

Vereadora Lucinha diz que PEC do teto de gastos é retrocesso e piora desigualdade social



O congelamento de recursos para educação, saúde, assistência social e funcionalismo público foi tema de debate durante a Audiência Pública na Câmara de Vereadores na noite desta segunda-feira, (29).

A proposição discutiu os impactos da Proposta de Emenda à Constituição 55 (antiga 241) no município e contou com a presença de representantes de diversos segmentos, como educadores, juristas, estudantes, sindicalistas, entre outros.

Apenas as vereadoras Nadigerlane Rodrigues, Lucinha Peixoto e Cláudia Leitão participaram da Audiência Pública. A ausência dos demais parlamentares foi duramente criticada pelos oradores.

De acordo com a vereadora Lucinha Peixoto, a aprovação da PEC repercutiria negativamente na vida da população brasileira: “É urgente tomarmos as rédeas dessas mudanças ou iremos penar por décadas. É necessário equilibrar contas? O façamos então tirando de quem tem, taxando grandes fortunas. Não é possível caminhar para trás em relação aos ganhos que o povo brasileiro adquiriu nos últimos anos”, destacou.

A vereadora ainda destacou o apoio dado pelo partido PCdoB em relação a não aprovação da referida PEC: “Essa proposta é um retrocesso e o partido PCdoB através de lideranças nacionais como a Deputada Jandira Fegalli, além de camaradas espalhados pelos longínquos contos do país, apresenta veemenemte um parecer negativo a esta PEC, inclusive intitulada “PEC da Maldade”, relembrou.

PEC 55

Aprovada em duas votações na Câmara Federal, a proposta, agora intitulada PEC 55, deve entrar em pauta, ainda nesta semana, no Senado. Até o momento, mais de 300 mil pessoas manifestaram posição contrária à emenda no portal e-cidadania do órgão legislativo.
 


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