O congelamento
de recursos para educação, saúde, assistência social e funcionalismo público
foi tema de debate durante a Audiência Pública na Câmara de Vereadores na noite
desta segunda-feira, (29).
A
proposição discutiu os impactos da Proposta de Emenda à Constituição 55
(antiga 241) no município e contou com a presença de representantes de
diversos segmentos, como educadores, juristas, estudantes, sindicalistas, entre
outros.
Apenas
as vereadoras Nadigerlane Rodrigues, Lucinha Peixoto e Cláudia Leitão
participaram da Audiência Pública. A ausência dos demais parlamentares foi
duramente criticada pelos oradores.
De
acordo com a vereadora Lucinha Peixoto, a aprovação da PEC repercutiria
negativamente na vida da população brasileira: “É urgente tomarmos as rédeas
dessas mudanças ou iremos penar por décadas. É necessário equilibrar contas? O
façamos então tirando de quem tem, taxando grandes fortunas. Não é possível
caminhar para trás em relação aos ganhos que o povo brasileiro adquiriu nos
últimos anos”, destacou.
A
vereadora ainda destacou o apoio dado pelo partido PCdoB em relação a não
aprovação da referida PEC: “Essa proposta é um retrocesso e o partido PCdoB
através de lideranças nacionais como a Deputada Jandira Fegalli, além de
camaradas espalhados pelos longínquos contos do país, apresenta veemenemte um
parecer negativo a esta PEC, inclusive intitulada “PEC da Maldade”, relembrou.
PEC 55
Aprovada
em duas votações na Câmara Federal, a proposta, agora intitulada PEC 55, deve
entrar em pauta, ainda nesta semana, no Senado. Até o momento, mais de 300
mil pessoas manifestaram posição contrária à emenda no portal e-cidadania
do órgão legislativo.
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