Candidaturas que resgatem a história de luta
e de conquistas sociais, marca do Partido dos Trabalhadores, além de descartar
alianças que não caminharam junto e desvirtuaram a essência social trabalhista
da legenda.
Esses foram os pontos que centraram os
discursos das lideranças que participaram na manhã deste sábado (2) do encontro
regional para apresentação das pré-candidaturas a prefeito e vereadores da
região das Espinharas, com destaque especial para a pré-candidatura em Patos do
geógrafo Lenildo Morais.
De acordo com a presidente estadual do PT,
Giucélia Figueiredo, o processo eleitoral deste ano será disputado pelos
petistas de cabeça erguida. "Vamos reunificar o conjunto partidário e
botar a nossa militância em ação para que possamos sair de todo esse processo
de crise fortalecidos", ressaltou.
Programas com propostas concretas e
realizáveis como as que fizeram dos governos Lula e Dilma diferentes dos
demais, promovendo mais participação popular e oportunidades de crescimento
social. Nessa perspectiva, o pré-candidato Lenildo Morais disse que "as
ações de inclusão e desenvolvimento social implantadas pelo PT por si só dizem
muito do que o país precisa e as mudanças ocasionadas por elas serão mais
fortes do que campanhas sórdidas que têm o intuito de desmoralizar e
enfraquecer correntes partidárias voltadas para o povo desse país".
A prefeita de Pombal, Pollyana Dutra, disse
que, no município que administra, 60 % da população avaliam positivamente o
governo da presidente Dilma Rousseff. "A população de Pombal está
blindada a todo esse bombardeamento feito pela grande mídia para impor o
golpe". Na opinião da prefeita petista, que está no segundo mandato, o
município tem aprovado o modo petista de governar, com ações voltadas
principalmente à melhoria do atendimento à saúde e educação.
União
Zé Gonçalves, representante do PC do B,
esteve no encontro e reiterou a necessidade de se lutar por alianças que
representem os trabalhadores. Ele fez um alerta para o retrocesso que a
categoria vem sofrendo com as últimas medidas apresentadas pelo governo
interino e golpista de Michel Temer. "Precisamos retomar esse espírito de
união das esquerdas para lutar contra o conservadorismo ora instalado no País
que se traduz em prejuízos para a classe trabalhadora".
O deputado estadual Anísio Maia veio dar o
apoio às pré-candidaturas do partido e ressaltou a importância do debate
interno e do resgate da motivação e do engajamento da militância.
"Precisamos repaginar a história de lutas e conquistas do partido para
conseguirmos sair dessa crise com coragem e determinação para continuar as
mudanças que o país precisa".
Alianças
Não serão aceitas alianças com lideranças e
figuras públicas que pactuaram e colaboraram com o golpe que afastou a
presidente Dilma Roussef da presidência da República. Essa decisão foi tomada
pelos diretórios Estadual e Nacional do Partido dos Trabalhadores, através de
resolução, e foi repassada aos pré-candidatos durante o encontro regional
em Patos.
Entre os partidos citados como pactuantes do
golpe contra Dilma Roussef estão o PSDB, DEM, PPS e Solidariedade. Isso
significa que nenhum com candidatos da majoritária do partido dos trabalhadores
irá subir em palanques desses partidos. Em relação ao PMDB, as alianças precisarão
passar pela análise da direção estadual do PT para poder ser aceita.
A determinação é formar a 'Frente Brasil
Popular', com partidos que tenham afinidade com os conteúdos programáticos
idealizados e praticados pelo Partido dos Trabalhadores aqui na Paraíba, como
PSB, PC do B e PDT.
Luciana Rodrigues - assessoria
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